O passáro canta o tormento que tecla freneticamente
Eu já não tenho sono para acordar nem força para dormir
Meu sangue viciado não querer parar de percorrer
O interminável ciclo dessas veias envenenadas
Eu sei o que é cansaço
Antes mais frustrado do que nunca
Eu não sei desenhar mesmo
Mas vou aprender.
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